Querer-te é minha confissão silenciosa. E confesso: Amar-te é deixar-me.
É assim...
Eu quase consigo quando fecho os olhos... Ter-te.
...
Ponho-me a ser espelho. Reflexo. Esse que eu não conheço e que insiste em habitar meu corpo. Esse que me olha tão brilhante e ainda assim tão metade.
Porque depois de ti, tudo é metade em mim.
E sempre fica esse vazio a ser preenchido pelos teus rompantes, pelos teus chegares. E tudo me foge. Chão, umidade, boca, rima, som, rima, dedos, sexo, sonho.
E esse quase alcançar-te me arrebenta em armadilhas onde eu repetidamente caio.
É assim...
Eu quase consigo quando fecho os olhos... ter tudo isso. Ter-te.
Ou finjo que te existo só pra trilhar os atalhos até ti.
Onde foi que eu me meti?
É assim...
Eu quase consigo quando fecho os olhos... Ter-te.
...
Ponho-me a ser espelho. Reflexo. Esse que eu não conheço e que insiste em habitar meu corpo. Esse que me olha tão brilhante e ainda assim tão metade.
Porque depois de ti, tudo é metade em mim.
E sempre fica esse vazio a ser preenchido pelos teus rompantes, pelos teus chegares. E tudo me foge. Chão, umidade, boca, rima, som, rima, dedos, sexo, sonho.
E esse quase alcançar-te me arrebenta em armadilhas onde eu repetidamente caio.
É assim...
Eu quase consigo quando fecho os olhos... ter tudo isso. Ter-te.
Ou finjo que te existo só pra trilhar os atalhos até ti.
Onde foi que eu me meti?
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