vivo dos silêncios ínfimos
com que separas as palavras;
desses fugazes intervalos,
onde não mora a razão
e te rendes sem saberes...
nunca tive quem me amasse,
assim, sem querer...
nem nunca pedi tanto à vida...
com que separas as palavras;
desses fugazes intervalos,
onde não mora a razão
e te rendes sem saberes...
nunca tive quem me amasse,
assim, sem querer...
nem nunca pedi tanto à vida...
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