É a altura de escrever sobre
a espera. A espera tem unhas de fome, bico calado, pernas para que as quer.
Senta-se de frente e de lado em qualquer assento. Descai com o sono a cabeça de
animal exótico enquanto os olhos se fixam sobre a ponta do meu pé e principiam
um movimento de rotação em volta de mim em volta de mim ... de ti.
Nunca te conheci - assim
explico o teu desaparecimento....
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