Te vejo perdendo-se todos os dias estre essas coisa vivas onde não estou. Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no
que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano
e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio,
enquanto agora sou uma planta carnívora exigindo a cada dia uma gota de sangue
para manter-se viva.
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